2 – Home – Op-Art – Ilusão e Inclusão

Soto O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Rafael Barrios O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Dario Perez-Florez O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Yutaka Toyota O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Julio Le Parc O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Carlos Cruz-Diez O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Yuli Geszti O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. Yaacov Agam O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. José Margulis O conteúdo da sanfona de imagens vai aqui! Clique no botão de edição para alterar esse texto. https://exposicao.espacoarte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Denise.mp4 A Op-Art surgiu na Europa na década de 1950. Herdeira do Concretismo ela partia do rigor geométrico, mas queria o abandono do caráter fechado e estático das obras tradicionais, propondo a inclusão do espectador e oferecendo a ele um conjunto de experiências sensoriais. Os marcos da inserção da nova arte foram a exposição Le mouvement, realizada pela Galeria Denise René, em 1955, com obras de Agam, Soto e Vasarely, entre outros; o grupo GRAV (Groupe de Recherche d’Art Visuel), capitaneado por Le Parc, em 1963; e a mostra The Responsive Eye, organizada pelo Museu de Arte Moderna de Nova York, em 1965, reunindo artistas de vários países. As principais características dessa vertente artística são a repetição de formas simples, a contraposição de cores e a ambiguidade entre fundo e primeiro plano. A exata utilização desses elementos cria a sensação de movimento e profundidade, evocando um espaço tridimensional que não existe, mas parece tornar-se real. É uma ilusão ótica, daí o nome Optical Art, logo abreviado para Op-Art. Aprofundando ainda mais a inclusão do observador, surge, na sequência, a Arte Cinética, na qual o movimento virtual torna-se real. Através do uso de recursos mecânicos ou da manipulação das obras o visitante sai da condição de espectador e se torna ator. Reunindo artistas pioneiros como Le Parc, Soto, Cruz-Diez, Vasarely, Agam, Perez-Flores e Palatnik, e outros que trabalham até hoje, como Toyota, Geszti e Margulis, a exposição aqui apresentada, vem reiterar  o papel fundamental da Op-Art no processo que levou a pintura a sair do quadro, instaurando uma nova forma de pensar a arte. Uma vertente que continua viva, vibrante e envolvente! Boa experiência! Denise Mattar – Curadora ARTISTAS QUE DESAFIAM A PERCEPÇÃO COMUM DO OLHAR Jesus Rafael Soto (Venezuela, 1923 – França, 2005) Foi um dos principais precursores da arte cinética, utilizando o tempo, o espaço e o movimento como elementos centrais em sua obra, que desafia a fronteira entre arte e ciência. Influenciado pelo construtivismo russo e neoplasticismo, Soto desenvolveu uma abstração radical, criando obras que exploram o movimento através da repetição de formas geométricas e a interação do espectador. Essas instalações envolvem o público, que se torna parte ativa da obra, rompendo com a visão passiva da arte. Sua abordagem inovadora integrou a arte ao espaço arquitetônico e urbano, abrindo novas possibilidades para a arte relacional e ambiental. Ver obras do artista Carlos Cruz-Diez (Venezuela, 1923 – França, 2019) Um dos principais expoentes da Op Art, dedicou sua carreira ao estudo da cor como fenômeno autônomo, desvinculado da forma. Suas principais investigações focam na interação entre a cor, a luz e a percepção do espectador. Ao longo de sua vida, estabeleceu-se em Paris, onde expandiu suas pesquisas e realizou diversas exposições internacionais, sendo premiado em países como França, Argentina e Venezuela. Cruz-Diez também desenvolveu importantes obras públicas e integradas à arquitetura, demonstrando o caráter mutável e interativo da cor. No Brasil, o artista possui diversas obras públicas por todo país. Ver obras do artista Julio Le Parc (Argentina, 1928) É um artista cinético conhecido por suas obras sensoriais que exploram luz, movimento e cor, promovendo novas interações entre arte e espectador. Formado na Escuela de Bellas Artes de Buenos Aires, Le Parc mudou-se para Paris em 1958, onde co-fundou o Groupe de Recherche d’Art Visuel (GRAV) e começou a desenvolver obras que incentivam a participação ativa do público. Com técnicas que utilizam espelhos, vidros e luz, suas obras criam ilusões visuais e desafiam os limites da pintura tradicional, alcançando reconhecimento internacional, incluindo o Grande Prêmio de Pintura na 33ª Bienal de Veneza. Ver obras do artista Yaacov Agam (Palestina, 1928) É um artista israelense conhecido por obras que exigem a interação do observador para revelar múltiplas variações. Formado pela Academia de Arte de Jerusalém, incentivado por seu professor Mordecai Ardon estudou com Johannes Itten, na Suíça. Em 1951, se estabeleceu em Paris. Conheceu Léger e Herbin e desenvolveu sua arte cinética explorando a relação entre cor, movimento e tecnologia, além de influências filosóficas do judaísmo. Suas obras incluem pinturas polifônicas, esculturas monumentais, e projetos teatrais. Agam recebeu prêmios como o de Investigação Artística na Bienal de São Paulo (1963) e tem obras em museus como o MoMa. Ver obras do artista Abraham Palatnik (Natal, 1928 – Rio de Janeiro, 2020) Nasceu em Natal e mudou-se em 1932 para a região que hoje é Israel, onde estudou motores de explosão e arte em Tel Aviv. Retornando ao Brasil em 1948, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, onde se associou a artistas como Ivan Serpa e frequentou o círculo de Mário Pedrosa. Em 1949, numa ação hoje internacionalmente reconhecida coo pioneira, iniciou seus experimentos com luz e movimento, culminando no Aparelho Cinecromático, exibido na 1ª Bienal de São Paulo (1951). Palatnik foi membro do Grupo Frente e desenvolveu os Objetos Cinéticos, explorando relações entre arte, ciência e tecnologia. Suas obras integram coleções importantes como MoMA e MALBA, marcando mais de seis décadas de produção inovadora. Ver obras do artista Yutaka Toyota (Japão 1931) Toyota faz parte

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